O Curso: “Conhecendo a TV Escola” vai levar os professores a uma reflexão e discussão de como precisam incorporar em sua prática docente a utilização pedagógica do audiovisual. Vamos debater alternativas para o uso adequado do audiovisual na sala de aula, discutindo
uma proposta pedagógica, que se caracterize como uma forma de linguagem, de comunicação, gerando leitura, decodificação, descoberta, aprendizagem
uma proposta pedagógica, que se caracterize como uma forma de linguagem, de comunicação, gerando leitura, decodificação, descoberta, aprendizagem
Qual é o valor de uma imagem dentro do processo educativo? Fotos, vídeos e ilustrações podem ser usados como suporte para as aulas?
Especialistas afirmam que, sem dúvida, cabe à escola se aproximar do ritmo do mundo em que vivemos hoje, repleto de imagens, como as que proliferam na internet, na TV e até em aparelhos celulares.
As tecnologias devem funcionar como estímulo permanente à criação e à produção e não apenas meras ferramentas aprisionadas nas grades da escola, sejam as dos portões dos laboratórios de informática ou a dos currículos.
Os conteúdos digitais relevantes para a educação não se encontram somente nos portais específicos voltados para as escolas.
Apesar de a aprendizagem constituir-se em processo natural, contínuo, que se estende por toda a vida, aprender não constitui tarefa fácil. Condições e ambientes de aprendizagem são minuciosamente planejados, recursos são produzidos e utilizados, porém esses elementos não garantem que ela ocorra. Quais os motivos que levam ao fracasso na aprendizagem?
Muito além do lápis e do papel, aplicada à educação, a tecnologia pode ser vista como uma grande caixa de ferramentas. Dela podem sair uma série de novos recursos a serem explorados tanto pelo aluno quanto pelo professor.
A televisão, o cinema, a Internet e demais tecnologias nos ajudam a realizar o que já fazemos ou que desejamos. Se somos pessoas abertas, nos ajudam a comunicar-nos de forma mais confiante, carinhosa e confiante; se somos fechadas, contribuem para aumentar as formas de controle. Se temos propostas inovadoras, facilitam a mudança.
Educar com novas tecnologias é um desafio que até agora não foi enfrentado com profundidade. Temos feito apenas adaptações, pequenas mudanças. Agora, na escola, no trabalho e em casa, podemos aprender continuamente, de forma flexível, reunidos numa sala ou distantes geograficamente, mas conectados através de redes de televisão e da Internet. O presencial se torna mais virtual e a educação a distância se torna mais presencial. Os encontros em um mesmo espaço físico se combinam com os encontros virtuais, a distância, através da Internet e da televisão.
Estamos aprendendo, fazendo. Os modelos de educação tradicional não nos servem mais. Por isso é importante experimentar algo novo em cada semestre. Fazer as experiências possíveis nas nossas condições concretas. Perguntar-nos no começo de cada semestre: “O que estou fazendo de diferente? O que vou propor e avaliar de forma inovadora?” Assim, pouco a pouco iremos avançando e mudando.
Podemos começar por formas de utilização das novas tecnologias mais simples e ir assumindo atividades mais complexas. Experimentar, avaliar e experimentar novamente é a chave para a inovação e a mudança desejadas e necessárias.
Caminhamos para uma flexibilização forte de cursos, tempos, espaços, gerenciamento, interação, metodologias, tecnologias, avaliação. Isso nos obriga a experimentar pessoal e institucionalmente a integração de tecnologias audiovisuais, telemáticas (Internet) e impressas.
Vivemos uma época de grandes desafios no ensino focado na aprendizagem. E vale a pena pesquisar novos caminhos de integração do humano e do tecnológico; do sensorial, emocional, racional e do ético; do presencial e do virtual; de integração da escola, do trabalho e da vida.
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